domingo, 7 de março de 2010

Anexo MCB

O tema deste projeto é a criação de um anexo para o Museu da Casa Brasileira. O programa se divide nos seguintes itens:
-Recepção
-Nova Área de Exposições
-Biblioteca
-3 Salas de Aula
-Loja / Livraria
-Café
-Administração
-Reserva Técnica
-Oficina de Manutenção
-Vestuário de Funcionários
-Copa de Funcionários
-WC Público
A solução deste projeto se dá pela criação de dois edifícios espelhados e interligados por uma marquise. A estrutura do conjunto é feita por lajes de concreto nervurado sustentadas por perfis metálicos. A divisão do espaço interno e externo é de responsabilidade de peles de vidro que são sustentadas por prendedores spiders.
Sob a marquise temos um ambiente que mescla a natureza e a intervenção humana, já que a paisagem aberta e as árvores que se encontram nas abertura da laje se misturam com a rigidez do concreto. É nesta parte do projeto que está locado o café.
Os outros dois edifícios se auto denominam Ala de Exposições, que abriga as exposições temporárias, a oficina de manutenção e a reserva técnica, e o outro, a Ala de Serviços, que contém a biblioteca, a livraria, as salas de aula, mesas de estudo, e também uma grande mesa que também tem a serventia de mesa de estudos.
Como se pode ver, este projeto tem como objetivo fornecer maior utilidade e funcionabilidade, transformando o museu num equipamento público.











Um comentário:

  1. Muito prazer em conhecê-lo!
    Refiro-me ao seu blog, é lógico. Gostei muito.
    O seu projeto do Escritório Suspenso, acredito, é o que todo profissional gostaria de ter, e não somente arquitetos. Eu adoraria.
    O anexo do MCB é de uma leveza impactante, a dupla de asas parece estar prestes a se desprender do prédio principal para alçar vôo.
    Aliás, de modo geral, seus projetos primam pela leveza. Enchem os olhos sem pesar, preenchem os espaços sem congestionar, grandes corpos com pequena massa e pouca densidade. Parece ser um traço seu, desenvolva-o, eu acho belíssimo.
    A Casa Modernista é outro belo exemplo.
    E por falar em leveza, por onde anda o meu projeto preferido, a Galeria de Artes Plásticas?
    Achei corretíssimo o seu comentário sobre a irresponsabilidade do projeto Ruy Othake na Paulista, quanto ao seu entorno. As pessoas daquele prédio, a oeste do projeto, devem se sentir vizinhos de uma usina solar. Não haveria risco às suas retinas? Será que o condomínio não move nenhuma ação contra os proprietários do projeto?
    Finalmente, gostei também dos seus textos: são claros, objetivos, quase uma prosa, leve de se ler. Olha a leveza aí de novo!
    Carinhoso beijo, filho querido.
    Cândido.

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